24 fevereiro 2012

O VENCEDOR NUNCA DESISTE



A maioria deseja o sucesso, mas nem todos querem pagar o preço justo para conquistá-lo. As pessoas normalmente desejam facilidade, conforto, dinheiro, felicidade, mas raramente estão dispostas a se dedicar e se doar para obter o que mais deseja. Elas desejam colher sem ter que cultivar e usufruir sem ter que investir. Pura ilusão, pois cedo ou tarde descobrirão que colhemos aquilo que plantamos.
A vida antes de nos coroar com uma oportunidade, costuma nos testar com adversidades. Alguns suportam os primeiros sacrifícios, mais logo abandonam a meta. Outros resistem um pouco mais antes de buscar meia dúzia de desculpas para justificar o seu fracasso. Porém, há uma minoria que nunca desiste, por isso vence.
É preciso estar atento para o fato de que a adversidade oferece a resistência necessária para desenvolver a força motriz capaz de superar os grandes obstáculos. Ao invés de encarar a adversidade como um obstáculo, você deve percebê-lo como horizonte que aponta para a realização de seus sonhos.
As adversidades ocorrem com frequência e causam grandes transtornos, então você não vai se alegrar com as decepções, mas deverá lembrar que o problema em si quase nunca é o problema, o problema é a forma como o encaramos. Encare as adversidades com autoconfiança, perseverança e autoconhecimento e eles se tornarão luz para iluminar a estrada do seu triunfo.
Encare os desafios por maior que sejam, como atalhos para o sucesso consciente, pois o esforço contínuo e direcionado, quase sempre é contemplado com o triunfo. Veja o exemplo das abelhas:
  • Elas produzem mel há 20 milhões de anos;
  • Batem suas asas 11.400 vezes por minuto;
  • Voam a uma velocidade de 25 km por hora;
  • Uma abelha faz 15 coletas de mel por dia;
  • Visitam 100 flores por dia;
  • Elas se orientam pelo sol;
  • Para produzir 1 quilo de mel, elas precisam visitar 4 milhões de flores.
O mais curioso é que elas fazem tudo isso com muita alegria, pois se comunicam entre si dançando, como se estivessem comemorando o sucesso que sabem que conquistarão.
E você tem sido uma abelha em busca de seus sonhos? Saiba que o sucesso depende muito mais de você do que das circunstâncias da vida. O vencedor sabe disso por isso triunfa, já o perdedor acha que não é preciso suar a camisa, e que cedo ou tarde o sucesso cairá em seu colo: ledo engano.
A vitória começa a ser construída em seus pensamentos e se materializa com atitude positiva e esforço contínuo.
Pense nisso e ótima semana.

Artigo escrito por Evaldo Costa

23 fevereiro 2012

FRASE DA SEMANA



Tenha tempo para pensar, mas quando o tempo para agir chegar, pare de pensar e vá em frente.

Andrew Jackson

CAMPANHA INTELIGENTE



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17 fevereiro 2012

É CARNAVAL...


Aproveito esse espaço para desejar um ótimo carnaval a todos vocês independente da forma que escolheram passar esses dias, pois o importante é ser feliz sempre!

Seja nos camarotes, na praia, no trio, viajando, em casa vendo filme e comendo pipoca, enfim, tudo é válido, tudo pode ser maravilhoso e só depende de você!

Descansem, bebam com moderação e alegria sempre!
Um mega e especial feriadão...

Chris



16 fevereiro 2012

OUVIR



Gostamos muito de falar, expor nossas idéias, comunicar-nos, fazer-nos percebidos, lutar por nossa maneira de ver o mundo e as coisas.

E, de tanto querermos falar e conquistar nosso espaço, acabamos por exagerar, nos esquecemos de uma atitude essencial de quem se comunica: OUVIR.

Quando em posição de superioridade hierárquica - como chefes, pais, professores, líderes religiosos ou em outras entidades sociais, autoridades jurídicas ou políticas, etc. - simplesmente ignoramos a opinião e os pontos de vista alheios na maior parte das vezes.

Como subordinados, nas inúmeras situações inversas às acima - funcionários, filhos, alunos comandados, liderados, simples cidadãos, etc. - amiúde reclamamos, condenamos e censuramos sem ouvir o outro lado.

É realmente difícil ouvir as pessoas e os sons que nos cercam.

Aprendamos a sabedoria da Natureza: se temos dois ouvidos e uma boca é sinal que devemos ouvir mais do que falar...



Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth





14 fevereiro 2012

SE O SEU PROBLEMA FOSSE MEU, EU O RESOLVERIA COM O PÉ NAS COSTAS



Dizem que todo brasileiro é um pouco técnico de futebol e um pouco médico. No primeiro caso, porque sabe a melhor escalação para o seu time. No segundo, porque sempre tem um remedinho infalível para combater as dores alheias. Eu acrescentaria que todo brasileiro é também especialista em resolver os problemas dos outros.

Ora, não seja modesto. Basta uma pessoa começar a lhe contar o problema dela e você logo enxerga a solução. E como você é motivador! Quanto mais a pessoa se queixa, mais você se empolga com seus conselhos. No final da conversa, ela sai consolada. E você pensa: “Nossa, como é que a fulana não viu isso! Será que não enxerga nem um palmo diante do nariz?”.
Incrível como você consegue ser tão efetivo, eficiente, eficaz e afetivo na solução dos problemas dos outros… Mas quando os problemas são os seus, a história é bem outra. Você fica perplexo, apavorado, choroso, revoltado, num beco sem saída. Como é difícil solucionar os impasses da gente, não?
Isso acontece porque você, como aliás qualquer outro dono de problema, se envolve emocionalmente com a situação. Uma vez envolvido, você coloca toda a sua atenção no problema e não consegue enxergar mais nada.
Experimente, então, distanciar-se da situação. Olhe-a como se ela não estivesse acontecendo com você, mas sim com um amigo. O que você vê? O que diria ao seu amigo?
“Xiiii, não sei se tenho sangue de barata para fazer esse tal distanciamento”, talvez diga você. E se eu dissesse que o seu envolvimento tem muito a ver com a ansiedade em resolver o problema? Então relaxe! Se você não se acalmar, aí que não sai nada mesmo.
Você sabe resolver problemas, ou não teria sempre uma solução na ponta da língua para dar aos outros. Você só precisa se distanciar, perceber o que está em volta do problema, identificar as possibilidades, ser flexível e agir. Faça alguma coisa, pois nada muda se você não mudar.
Beijos e até a próxima semana. Fui agir!


Escrito por Leila Navarro

13 fevereiro 2012

MOTIVAÇÃO, ATITUDE E ÉTICA




O ser humano tem vários gigantes que precisa despertar e a motivação é o maior deles.
Conheço pessoas que tem talento e não fazem sucesso porque ele sozinho não constrói o sucesso de ninguém.
Conheço pessoas que são perseverantes, persistentes e determinadas… Tenho constatado que isso ajuda… Mas não define osucesso.
Muitos buscam a educação, têm inteligência, são criativos, mas tudo isso depende de apenas uma palavra para construir vitórias… Essa palavra é “atitude”.
Quando o trabalho é um prazer à vida é uma alegria… Quando o trabalho é um dever a vida é uma escravidão.
mundo é dividido entre otimistas e pessimistas.
O otimista enxerga oportunidades nas dificuldades e o pessimista apenas enxerga dificuldades nas oportunidades.
As pessoas estão sempre no meio do caminho. Os motivados fazem… Os desmotivados reclamam.
A verdade é que um ser humano sem metas é um ser humano sem destino. Se vivemos de resultados, antes precisamos ter ideais, sonhos, metas e objetivos.
E metas são sonhos com data marcada.
Se alguém, de alguma forma, escorrega na vida, eu procuro mostrar que um campeão não se conhece pelo tamanho do tombo… Um campeão se conhece pela capacidade de levantar-se.
E por que o nosso tema fala de ética?
Porque não se pode fazer sucesso à custa dos outros, fazer cortesia com chapéu alheio, transferir o problema.
Sucesso é bom. Não é fácil ou difícil. Ou melhor, pode até ser difícil, porém, se for a sua opção, vira verdade…
E o preço para isso acontecer é estudo, foco, determinação, inteligência, conhecimento que destrói incertezas, relacionamentos, rede de contatos, criatividade… E só terão valor verdadeiro se vierem somadas a três palavras chaves: motivação, atitude e ética.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Artigo escrito por Gilcler Regina

10 fevereiro 2012

A VIDA NA ENCRUZILHADA



“Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.” (Platão)
Invariavelmente você passará, e mais de uma vez no decorrer de sua vida, por dilemas acerca dos caminhos a seguir em busca da tão almejada felicidade.
São situações únicas nas quais escolhas precisam ser feitas, decisões devem ser tomadas e a protelação apenas alimenta e aumenta a angústia, a ansiedade, a frustração e a insatisfação.
Nestas ocasiões, é comum declarar não saber o que se quer. Decerto, os primeiros questionamentos são com relação ao sentido da própria vida, levando ao entendimento de que se trata de uma “crise existencial”, na qual imperam o vazio e o caos.
O fato é que este é um momento singular para grande reflexão pessoal a fim de identificar, reconhecer e enfrentar esta crise. É hora de questionar valores, encontrar novas referências, compreender transformações, acolher mudanças ou promover rupturas. Você controla seus pensamentos, amadurece suas emoções e decide sair da zona de conforto, abandonando o comodismo e o conformismo, buscando soluções para seus problemas em lugar de culpados.
Por se tratar de um processo, não é algo que será resolvido em um único final de semana. Por isso, é importante ter paciência e dar tempo ao tempo. Interprete esta fase como um período de aprendizado que poderá levar você ao crescimento, à evolução e à superação.
Lembre-se de formular muitas perguntas – e buscar respostas para a maioria delas. E embora as tais respostas devam vir de você mesmo, convém consultar terceiros, porém com parcimônia, pois respostas desencontradas podem mais desorientar do que ajudar.
Saber o que não quer, também é um grande progresso. Assim é o estudante diante da escolha de qual carreira seguir, que embora frente a múltiplas possibilidades, tem ao menos a convicção de que selecionar Administração exclui Medicina, uma inclinação ao Direito enfraquece a opção por Engenharia, e vice-versa.
O profissional em transição de carreira pode ter dúvidas entre pedir demissão e procurar outra empresa, tornar-se consultor, abrir um empreendimento próprio, fazer um concurso público ou mesmo tirar um período sabático para reflexão. Mas será um grande avanço saber que não pretende continuar em seu atual emprego, posto que desestimulado seja pela falta de desafios, oportunidades, reconhecimento ou clima organizacional agradável.
Analogamente, um relacionamento conjugal desgastado, arrasta-se e sucumbe de tal forma que a separação não decorre porque se deseja ficar só ou buscar a companhia de outra pessoa, mas apenas porque não se deseja continuar ao lado de quem está hoje.
Nossa vida, nos dias atuais, tornou-se alienante, diante de sua rapidez e senso constante de urgência. Deixamos de valorizar o que temos para projetar o que não temos, com base nas imposições da sociedade e no ideal de status.
O que realmente vale a pena é aquilo que nos traz serenidade, sossego e paz de espírito. Que nos permite sorrir de forma autêntica e compartilhar da convivência das pessoas que apreciamos. Que nos possibilita recostar a cabeça no travesseiro no final do dia e dormir o sono leve, acolhedor e reconfortante de quem fez o melhor e se prepara para um novo e edificante amanhecer.

Artigo escrito por Tom Coelho

09 fevereiro 2012

EMPATIA... TOME CUIDADO




Quantas vezes, creio que muitas, usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo.
Pois bem, não há duvida, que a empatia é algo positivo.
Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum…”
Algo que, às vezes, procuramos ter também…
…principalmente em nossas primeiras impressões… quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos…
Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia…
… mostra uma certa proximidade… ou até uma certa dose de alinhamento com as nossas crenças…
…e normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata… uma vez que a empatia é algo que “… ou o sicrano tem ou não tem…” isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver….
…como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa…
Pois bem…
…infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores… pode esconder sérios problemas…. muitos defeitos…até mesmo destrutivos…
Gostamos de pessoas que tem empatia…
No entanto… precisamos fundamentar esta empatia… em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar…
… em seus valores… nas suas atitudes…nas suas formas de agir…
Ter um pé atrás, talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante… confiança.
Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar… e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa…
…e que ela, certamente, irá apreciar muita mais.. ser confiável a ter empatia, simplesmente.

08 fevereiro 2012

TER CUIDADO É PRECISO, CONFIAR É IMPORTANTE, MAS ESSENCIAL É CRIAR AMIGOS



Nos dias atuais temos notado o quanto precisamos ter uma atenção redobrada não só com as situações com as quais estamos envolvidos, mas principalmente com as pessoas que entram e saem do nosso convívio.
Muito possivelmente a desconfiança é um dos grandes motivos por tal tipo de entendimento, uma vez que temos vivido em um mundo em que não temos como identificar de forma clara todos os riscos sobre os quais podemos estar submetido.
Curioso notar que isto decorre justamente das inúmeras possibilidades e alternativas que nascem a partir de nossas próprias cabeças. Isto mesmo, acabamos por nos envenenar, o que potencializa de forma exponencial nossas preocupações e, principalmente, os modos de agir.
Quantos de nós evitamos conversar com pessoas desconhecidas, simplesmente por medo sobre eventuais perigos que podemos correr. Seja qual for a probabilidade, pequena ou grande, tendemos a definir um modelo padrão de comportamento, na dúvida, desconfiamos de tudo. Infelizmente.
Aliás, por sermos muito visuais, é comum cometemos até mesmo equívocos de acreditar que, ”fulano tem cara de gente boa” ou “ beltrano parece que não é legal.” Muitas vezes estas análises se baseiam simplesmente em preconceitos desenvolvidos a partir de experiências anteriores que jamais voltarão a acontecer.
A verdade é que a grande maioria das pessoas se equivoca nesta análise, e desta forma, tanto para o bem ou para o mal, comete injustiças, que podem ser justificadas com: “ah, nos dias de hoje precisamos ter muito cuidado com as pessoas.”
Não há dúvida sobre o quanto realmente precisamos ser precavidos e cuidadosos com tudo, no entanto, precisamos saber que muitas oportunidades podem ser perdidas quando estabelecemos este tipo de procedimento como uma norma.
Diante disso, gostaria de ilustrar uma situação que aconteceu comigo algumas semanas atrás. Através de um amigo que conheci durante um evento que fiz parte no ano passado, passei a trocar mensagens por e-mails com uma série de pessoas que fazem parte da rede de relacionamentos dele.
Estes “novos amigos”, aliás, eram “apenas” pessoas com as quais passei a trocar mensagens, desde meados do ano passado.
Cerca de dois meses atrás, uma delas, nos convidou a ir ao aniversário dela, sem sequer tivéssemos trocado qualquer conversa pessoalmente. Ela nos recebeu na casa dela de forma extremamente carinhosa, como se fossemos velhos amigos.
Para mim, algo realmente renovador e maravilhoso ter essa convicção sobre o fato que, embora tenhamos que tomar os cuidados devidos, é possível, verdadeiramente, confiar e buscar realmente aumentar os nossos ciclos de amizade.
Infelizmente ainda são momentos não muito frequentes, mas se cada um de nós passar a acreditar, poderemos coleciona-los e fazer com que ele se tornem rotineiros.




Autor: José Renato Santiago