31 janeiro 2012




Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém.
Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem.
Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem.
Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém.
Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também.
Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem.
Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? 
Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém.
Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem.
Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.




Caio Fernando Abreu

NÃO APRESSE




Não apresse a chuva, ela tem seu tempo de cair e saciar a sede da terra.
Não apresse o pôr do sol, ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio.
Não apresse a sua alegria, ela tem seu tempo para aprender com a sua tristeza.
Não apresse seu silêncio, ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar.
Não apresse seu amor, ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos mais áridos do seu coração.
Não apresse sua raiva, ela tem seu tempo para abrir-se nas águas mansas da sua consciência.
Não apresse o outro, pois ele tem seu tempo para florescer.
Não apresse a si mesmo, pois você precisa de tempo para sentir a sua própria evolução.

30 janeiro 2012

ALMAS PERFUMADAS



Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta, ou de sol quando acorda. De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça, lambuzando o queixo de sorvete, melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro e a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus, de banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo, sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria, recebendo um buquê de carinhos, abraçando um filhote de urso panda, tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa, do brinquedo que a gente não largava, do acalanto que o silêncio canta, de passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo, corre em outras veia pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado e a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente, como você, que nem percebe como tem a alma perfumada!
E que esse perfume é dom de Deus.


(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

28 janeiro 2012

ELEGÂNCIA


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detecta-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.
É elegante a gentileza...
Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,
Mas tentar imita-la é improdutiva.
A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.



Por Martha Medeiros

27 janeiro 2012

SER CHIQUE É QUESTÃO DE ATITUDE


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente.


A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas. O que faz uma pessoa chique não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com risadas muito altas, decotes imensos. Gente que, sem querer, atrai todos os olhares porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador.  É lembrar do aniversário dos amigos. Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado.

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto a vida é breve. E de que vamos todos para o mesmo lugar.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem.


Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!




Site Mais Você - Ana Maria Braga

26 janeiro 2012

REPASSANDO...


MUITA ATENÇÃO, PORQUE O QUE VOCÊ VAI TOMAR CONHECIMENTO A SEGUIR É DA MÁXIMA IMPORTÂNCIA. NÃO DEIXE DE REPASSAR PARA AS PESSOAS DO SEU RELACIONAMENTO, PRINCIPALMENTE SEUS FAMILIARES!!!


Osso assassino
Alerta médico!!!
 
Não prenda o telefone no ombro com a cabeça!!!

        O alerta vem dos consultores médicos do Jornal Britânico 'Neurology'. 
        Está comprovado que é perigoso, e pode até ser fatal, conversar pelo telefone apoiando-o no ombro e firmando-o com a cabeça. Geralmente tende-se a fazer isso quando precisamos anotar o que interlocutor está dizendo ou estamos fazendo algo mais. O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra francês que demorou uma hora com o telefone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo. Quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária e sentiu dificuldade em falar a que sobreveio um derrame cerebral. 
        Motivo: Um osso minúsculo, mas pontudo, sob a orelha esquerda e atrás do queixo, rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro. Esse rompimento dá-se porque a pessoa, sem sentir, vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o telefone e também, involuntariamente, vai levantando o ombro. Como é uma prática comum este comportamento, principalmente nos escritórios e, mesmo no lar, com a dona de casa fazendo suas obrigações, muitas vezes o problema afeta as pessoas com intensidade podendo causar problemas por acumulação
        Avise a seus colegas de trabalho, familiares, seus amigos e demais pessoas de seu convívio para que: Evitem falar ao telefone prendendo-o entre a cabeça e o ombro. 

Dr. Luís Carlos Calil - Prof. Psiquiatria da Faculdade de Medicina





25 janeiro 2012

CULPA OU DESTINO?



Como é que você se vê? Como uma pessoa de sorte ou como alguém para quem "nada dá certo"? Acha que é daqueles que tiram o máximo das coisas boas da vida? Ou acha que está entre os que têm de carregar um peso maior de tristezas do que seus ombros mereciam?
A "sorte", somos nós que a fazemos, boa ou má, de acordo com o nosso comportamento (pensar, planejar e agir). Shakespeare consegue resumir tudo numa frase de Júlio César, quando diz: "Os homens, em certos momentos, são senhores de seus destinos. O erro, caro Brutus, não está nas estrelas, mas em nós".
Seríamos, sim, senhores de nossos destinos, se aprendêssemos a converter pensamentos em ações, direcionando-as no sentido de dar vida ao potencial criativo que há em nós. Tudo dá certo, sempre que alinhamos pensamento e objetivo: são aqueles momentos em que nos tornamos senhores de nosso destino.
Quem escolheu o caminho fomos nós. Somos nós os responsáveis pelas nossas escolhas, certas ou erradas, que constroem ou destroem um sonho.
Nosso destino não está nas estrelas, mas nas nossas próprias mãos. Podemos não ter o poder de mudar o mundo, mas podemos mudar a nós mesmos.

"O destino não é uma questão de sorte; é uma questão de escolha. Não é algo pelo que se espera, mas algo a alcançar".
(William Jennings Bryan)


"Homens e mulheres são limitados não por seu lugar de nascimento, em pela cor de sua pele, mas pelo tamanho de sua esperança".
(John Johnson)



(Autor desconhecido)

24 janeiro 2012

DIALOGAR



A criatura humana é um ser coletivo, por excelência. Ela necessita de comunicar-se constantemente com os outros. Quando foge se isolando do contato com o semelhante, se embrutece.

Momentos há, em verdade, que necessitamos ficar a sós, fechando-nos em uma introspecção sadia, numa auto-análise do próprio mundo íntimo, a fim de nos conhecer melhor. Tais ocasiões, mais exceção que regra, é que nos tornarão capazes de entender e conviver com os demais em sociedade.

Uma das atitudes mais simples e essenciais ao ser humano é DIALOGAR.

Quando conversamos, estabelecemos contato vital com o mundo à nossa volta.

Dialogar é a maior fonte de prazer que possuímos.

Através deste intercâmbio, transmitimos experiências e absorvemos as dos outros, o que nos será muito útil.

Além do enriquecimento pessoal, avaliamos nossos sentimentos de solidariedade e cooperação.

Nos reportamos aqui aos diálogos construtivos e enobrecedores.

Não desperdice os diálogos e incentive-os na própria vida.


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

23 janeiro 2012

BUSCAR


Não basta esperar que as coisas caiam do céu ou que dependamos totalmente do consentimento das outras pessoas.

Nunca sabemos o que vai na cabeça dos outros, e a vida nos reserva situações inesperadas, mudando o curso dos acontecimentos para onde pareciam ir. Tais mudanças costuma colher a maioria de surpresa, assustando, pois o rumo se altera totalmente, lançando-nos em novos desafios, antes nunca experimentados.

Neste momento é que despontam as grandes criaturas, os que sabem superar as adversidades, fixar seus objetivos, confiar na própria capacidade, construir trilhas inéditas, deixar sua marca... O segredo de tais pessoas é o exercício definitivo e decidido do BUSCAR...

Só alcança quem busca com sinceridade, somente vence quem possui determinação para alcançar as metas pessoais.

O futuro não é algo que nos chegue gratuitamente. É fruto de construção e esforço, suor e lágrimas, sorrisos e vontade, para que se torne presente. Se não o buscamos com afinco e dedicação continuará sendo sempre futuro.

Captemos o sentido do buscar, sabendo que devemos ter obstinação, pois uma simples e leve disposição é frágil demais para superar os obstáculos e escalar a montanha da vitória.

Recordando as palavras sábias de Jesus, "buscai e achareis", que verdadeiramente  busquemos, para que verdadeiramente achemos.


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

19 janeiro 2012

SUPERAR MUDANÇAS



A vida opera em regime de intenso dinamismo, convidando-nos a realizações inúmeras nos variados campos de atuação.

Conduzidos - nesse dinamismo - a situações inimagináveis e a mudanças de rumos inesperados, exige-nos uma quota de sabedoria e esforço superlativa.

É que o ser humano tem uma destinação maior na vida do que simplesmente estacionar em determinado estilo de vida, "batendo ponto" na rotina de determinado rol de ações.

A tendência da maioria de nós é acomodar-se numa ilusória segurança, com medo de enfrentar novos desafios.

Aí a vida nos chacoalha violentamente, nos joga para cima e para o lado e nos descortina horizontes novos, onde, a princípio, tememos assustados, para, mais tarde, verificar e reconhecer o quanto foi importante a mudança traumática.

Tais alterações de rumo, muitas vezes, nos chegam embrulhadas em invólucros assustadores: da injustiça, da inveja, da calúnia, da perseguição. Um dia agradeceremos o ganho em maturidade, em experiência, em melhoria de nossas condições morais, psicológicas e físicas.

Então veremos o quanto a vida é maravilhosa, e tal qual a Natureza, doa-nos a tempestade ameaçadora, que limpa a atmosfera, renova o ciclo das águas e explode em multicolorida vida ao receber de volta a presença quente e amiga do sol. Não esqueçamos: nascemos para sermos felizes.


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

18 janeiro 2012

COMPREENDER


É tão fácil reclamar de tudo, devolver o mal, apontar as falhas alheias, criticar as coisas e pessoas,  discutir no trânsito, castigar os filhos, cobrar do cônjuge, exigir do governo...

A lista é longa, demonstrando que é curta a nossa compreensão. Tantos dizem que compreender é sinal fraqueza, porém, a vida prova o contrário.

Para reagir com fúria ou crítica é muito fácil, não pedindo coragem; qualquer um faria o mesmo. Mas, compreender, nos exige muito; precisamos abafar nosso orgulho, nossa raiva, nossa inveja, nosso ódio, nosso amor próprio ferido...

Somente as grandes almas conseguem olhar o próximo com amor e compreensão, passando a entender que a doença é ruim e deve ser dominada, não o doente.

Precisamos aprofundar os motivos que levam as criaturas aos atos mais rudes e infelizes.

Por trás de um agressor há uma mente perturbada e intranquila; por trás de alguém desequilibrado no sexo e na afeição, há um coração carente de amor; por trás de tanta frieza, encontramos uma inteligência vazia de valores elevados; e por trás de tanta crueldade, maldade, desprezo por outrem, há um ser humano que não conhece paz íntima nem felicidade, cuja consciência jamais se asserena.

Pode ser difícil, mas é um grande sinal de quem ruma para a verdadeira paz, pois sabe ter compaixão e compreensão para com as fraquezas alheias. Se Deus não usasse de compreensão e misericórdia já teria desligado o mundo...



Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

17 janeiro 2012

REAGIR



Diante de tantas dificuldades: injustiças, violências, desigualdades, ódios, doenças, crises afetivas, dramas íntimos, pessimismo, etc., o mundo parece sufocar-nos em determinados dias, provocando o desalento, o medo e a preocupação, levando-nos a reagir de dois modos: ou nos fechamos cada vez mais, fugindo do mundo ou adotamos postura agressiva, desconfiando de tudo e de todos, explodindo a cada provocação, conquistando antipatias, criticando e atacando as pessoas.

Isso ocorre porque independentemente da situação vivida, somos impulsionados a REAGIR.

A reação instintiva, porém, nos aproxima dos animais irracionais...

Sendo seres humanos, pensantes, racionais, deveríamos aproveitar os instintos apenas como alarme e alavanca para a resposta, sobrepondo a eles o raciocínio e o discernimento.

Portanto, reagir é normal e essencial, e não devemos nos envergonhar do primeiro impulso, pois representa uma resposta rápida de nosso "ego". O problema é deixarmos o instinto nos governar.

Aprendamos a reagir de modo adequado, administrando o vulcão dos sentimentos. Quando soubermos reagir com equilíbrio e sabedoria, nos tornaremos mananciais de paz e felicidade. Auto-analisemo-nos, para saber se nosso coração está mais para "bela" ou para "fera".

Basta observar nossas reações automáticas. Elas nos mostrarão a verdade...


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

13 janeiro 2012

ESPERAR


A ansiedade pela solução dos problemas que surgem e o despreparo psicológico/moral para enfrentar os obstáculos e ocorrências desagradáveis da vida, faz com que quase todos se desesperem, desanimem ante os entraves de nossa jornada.

Para piorar, muitas dificuldades são frutos de injustiças, calúnias e enganos, o que dói mais fundo em nosso mundo íntimo.

Quando tropeçamos em tais situações, mais necessária se faz uma postura de equilíbrio, esperança e fé.

Há fatos que somente se resolvem com o tempo e à custa de muito suor e esforço. Doenças, falências, perdas afetivas, desemprego, calúnias, crises financeiras, incompreensões, morte de pessoas queridas, etc., doem e nos ferem fundo a alma...

Por isso, é essencial que aprendamos a ESPERAR...

Não é fácil superar o vendaval e a tormenta, mas se conseguirmos resistir ao momento de maior furor, gradativamente a tempestade passará e o sol ressurgirá.

Saibamos esperar; aí reside atitude de boa sabedoria.


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

12 janeiro 2012

ADMITIR



Não somos criaturas perfeitas, isentas de falhas e enganos, cabendo normalmente em nossa vida a coexistência com nossas imperfeições e tendências infelizes.

O que caracteriza alguém como pessoa de bom senso não é o fato de jamais errar, mas, sim, enxergar onde estão seus pontos fracos que devam ser trabalhados para irem se extinguindo gradativamente.

Como o doente que para alcançar a cura precisa adotar a primeira atitude inteligente em tal situação: ADMITIR que está enfermo.

Portanto, admitir que cometemos deslizes é a primeira atitude sensata de quem busca o caminho certo. Ficar cego às próprias deficiências morais ou cair em estado de depressão pensando ser o pior entre todos comprova imaturidade, desequilíbrio emotivo, vaidade e ilusão.

Admitamos que precisamos nos esforçar muito mais para superar os obstáculos que existem dentro de nós mesmos, não fugindo à essa responsabilidade de se conhecer mais e do trabalho de auto-educação que necessitamos realizar.

Não tenhamos vergonha de reconhecer nossas más tendências, pois, enxergá-las é sinal de progresso, sinceridade e lucidez, comprovando nossa intenção de nos curarmos.

O doente realmente doente é aquele que pensa ser mais sadio que os outros e se nega a tomar remédio; o que admite a doença, inaugura a fase da terapêutica e da cura. Admitir: verbo difícil, porém, imensamente nobre...
Sejamos nobres...


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

11 janeiro 2012

ESCOLHER


Quando falamos em patrimônio logo vem à mente imóveis, carros, recursos no banco, jóias, etc. São valores que auxiliam a uma vida de conforto; porém, existem valores que constituem patrimônio mais valioso.

Entre eles temos a liberdade de escolha, o poder de decidir rumos, o potencial de amar.

Algemados à rotina ou escravos do curso das horas, nos esquecemos de ESCOLHER.

Repetimos tarefas no trabalho, em casa, na escola e até no lazer, sempre indo aos mesmos lugares nas mesmas horas.

Longe de pregar a indisciplina, precisamos de atitudes novas dentro do que fazemos todos os dias. Se temos a capacidade e o dom de escolher, que exercitemo-lo!

Pensar em coisas diferentes, programas novos, criando situações que nos tragam a delícia de conhecer algo que desconhecíamos... E mesmo entre as atividades rotineiras podemos descobrir um jeito novo de fazer as coisas velhas...

Façamos de nossa vida um hino à boa escolha.

Escolhamos o correto, mesmo que isto nos custe dissabores e represálias, pois é o único modo de mudar o mundo para melhor.


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

10 janeiro 2012

ATITUTE






"A maior descoberta da minha geração é que qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude". (William James)


Um novo emprego, um novo empreendimento, um novo relacionamento. Qualquer que seja seu novo projeto, apenas mediante atitudes renovadas será possível cultivar resultados diferenciados. Afinal, se você trilhar o mesmo caminho, chegará somente aos mesmos lugares.
Atitudes são constatações, favoráveis ou desfavoráveis, em relação a objetos, pessoas ou eventos. Uma atitude é formada por três componentes: cognição, afeto e comportamento.
O plano cognitivo está relacionado ao conhecimento consciente de determinado fato. O componente afetivo corresponde ao segmento emocional ou sentimental de uma atitude. Por fim, a vertente comportamental está relacionada à intenção de permitir-se de determinada maneira com relação a alguém, alguma coisa ou situação.
Para melhor compreensão, tomemos o seguinte exemplo. Algumas pessoas têm o hábito de fumar. E a pergunta que sempre se faz aos fumantes é o motivo pelo qual não declinam desta prática mesmo estando cientes de todos os malefícios à saúde cientificamente comprovados.
Analisando este fato à luz dos três componentes de uma atitude podemos atinar o que acontece. O fumante, em regra, tem plena consciência de que seu hábito é prejudicial à saúde. Ou seja, o componente cognitivo está presente. Porém, como ele não sente que esta prática esteja minando seu organismo, continua a fumar. Contudo, se um dia uma pessoa próxima morrer vitimada por um enfisema, ou ainda, o próprio fumante for internado com indícios de problemas cardíacos decorrentes do fumo, então a porta para acessar o aspecto emocional será aberta: ao sentir o mal ao qual está se sujeitando, o indivíduo decidirá agir, mudando seu comportamento, deixando de fumar.
As pessoas acham que atitude é ação. Todavia, atitude é racionalizar, sentir e externar. E não se trata de um processo exógeno. É algo interno, que deve ocorrer de dentro para fora. E entre a conscientização e a ação, é necessário estar presente o sentimento como elo. Ou você sente, ou não muda.
Atitudes, como valores, são adquiridas a partir de algumas predisposições genéticas e muita carga fenotípica, oriunda do meio em que vivemos, moldadas a partir daqueles com quem convivemos, admiramos, respeitamos e até tememos. Assim, reproduzimos muitas das atitudes de nossos pais, amigos, pessoas de nossos círculos de relacionamentos. E as atitudes são bastante voláteis, motivo pelo qual a mídia costuma influenciar as pessoas, ainda que subliminarmente, no que tange aos hábitos de consumo. Das calças boca de sino dos anos 1970 aos óculos do filme Matrix na virada do século, modas são criadas a todo instante.
Atitudes devem estar alinhadas com a coerência, ou acabam gerando novos comportamentos. Tendemos a buscar racionalidade em tudo o que fazemos. É por isso que muitas vezes mudamos o que dizemos ou buscamos argumentar até o limite para justificar uma determinada postura. É um processo intrínseco. Sem coerência, não haverá paz em nossa consciência e buscaremos um estado de equilíbrio que poderá passar pelo autoengano ou pela dissonância cognitiva.
Se você está em fase de transição – e normalmente estamos, sem nos aperceber disso – aceite o convite para refletir sobre suas atitudes. E corra o risco de ter ideias criativas e inovadoras, além de livrar-se das antigas.

Artigo escrito por Tom Coelho

09 janeiro 2012

APRENDER


Um dos verbos mais importantes da vida é o APRENDER.

Somos criaturas imperfeitas e falíveis; necessitamos nos esforçar para melhor conviver com as pessoas; inúmeros desafios individuais e da sociedade precisam ser enfrentados. Sem levar em conta a superação de ocorrências tristes tais como: intolerância, desigualdades sociais, perseguições políticas e religiosas, violência, crimes, injustiças - a lista é extensa.

Ante esse quadro, afastemos o pessimismo, podemos superar a tudo, desde que nos disponhamos a aprender nossos valores, incorporar novos conhecimentos que tragam bem estar e sirvam para melhorar a humanidade.

Devemos nos utilizar das possibilidades da ciência e do cabedal de informações que faz do mundo moderno um manancial inimaginável de soluções...

O primeiro passo é aprender. Ninguém é "burro". Todos somos inteligentes. Há pessoas mais bem informadas, outras menos. Todavia, o aprender depende de nossa vontade. Não esqueçamos que não basta acumular o saber; ele só é importante quando se multiplica em benefícios e soluções para a vida e para os dramas do ser humano. A soberba e a vaidade tem inutilizado a muitos que possuem saber razoável.

Façamos do aprender uma ferramenta na construção de um mundo mais feliz! Esclareçamos o ignorante, aprendamos com o sábio e distribuamos a luz da sabedoria...


Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth