Diante de tantas dificuldades: injustiças, violências, desigualdades, ódios, doenças, crises afetivas, dramas íntimos, pessimismo, etc., o mundo parece sufocar-nos em determinados dias, provocando o desalento, o medo e a preocupação, levando-nos a reagir de dois modos: ou nos fechamos cada vez mais, fugindo do mundo ou adotamos postura agressiva, desconfiando de tudo e de todos, explodindo a cada provocação, conquistando antipatias, criticando e atacando as pessoas.
Isso ocorre porque independentemente da situação vivida, somos impulsionados a REAGIR.
A reação instintiva, porém, nos aproxima dos animais irracionais...
Sendo seres humanos, pensantes, racionais, deveríamos aproveitar os instintos apenas como alarme e alavanca para a resposta, sobrepondo a eles o raciocínio e o discernimento.
Portanto, reagir é normal e essencial, e não devemos nos envergonhar do primeiro impulso, pois representa uma resposta rápida de nosso "ego". O problema é deixarmos o instinto nos governar.
Aprendamos a reagir de modo adequado, administrando o vulcão dos sentimentos. Quando soubermos reagir com equilíbrio e sabedoria, nos tornaremos mananciais de paz e felicidade. Auto-analisemo-nos, para saber se nosso coração está mais para "bela" ou para "fera".
Basta observar nossas reações automáticas. Elas nos mostrarão a verdade...
Pequenas Atitutes I - Joamar Z. Nazareth

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