26 dezembro 2011


Existem
pessoas em

nossas 
 vidas
 que nos deixam 
 felizes pelo simples
fato de terem cruzado
o nosso caminho. Algumas
 l

percorrem ao nosso l lado,
 vendo muitas luas 
l passarem,
 mas outras apenas vemos entre um
 passo e outro. A todas elas chamamos

de amigo. Há  
l muitos  tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore 
l caracterize
um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo
 pai e o amigo mãe. Mostram o que é ter  vida.  Depois
vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço
 para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda
 a família 
l de folhas, a  qual respeitamos  e desejamos o bem. Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais  não sabíamos
 que iam cruzar o nosso caminho. 
l Muitos desses denominados amigos
 do  peito, do coração. São sinceros, são  verdadeiros. Sabem  quando  não
 estamos bem, sabem o que nos faz felizes...Às vezes um desses amigos do peito 
estala l o nosso coração e  então é chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés. Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias, ou mesmo um dia ou uma hora. Esses l costumam colocar muitos sorrisos l na nossa face, durante  o tempo em que l
estamos por perto. l  Falando em perto, não l
podemos esquecer dos amigos  distantes.
Aqueles que l ficam nas pontas dos galhos,
mas que quando o vento sopra, 
sempre aparecem novamente, 
entre l uma folha e outra.l
O  tempo passa, o verão se  vai, o l outono se  l aproxima, e  perdemos l  algumas de  nossas folhas. Algumas  l nascem  num outro verão  e outras lpermanecem por muitas  estações. l Mas o que nos l
deixa mais felizes, é  que  
as  que caíram continuam  por  perto, l
l
  continuaml alimentando  a  nossa raiz  com  alegria. Lembranças  de l

 momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Luz, Sucesso, Saúde, Prosperidade...
Hoje e sempre... simplesmente porque: cada pessoa que passa em nossa vida é única.
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levaram muito. Há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas
almas não se encontram por acaso.

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